2006-08-31
2006-08-27
Estar só: uma viagem acutilante
Complementaridade
2006-08-24
Poor Pluto ...

Beri

2006-08-22
De tictactictac a tic tac tic tac

2006-08-21
Alteração de velhos hábitos ... aleluia!
2006-08-20
Agosto, sempre exististe ...
Olho para trás e procuro os registo de que vivi, hora-a-hora, dia-a-dia, mês-a-mês, ano a ... Atenção: tenho que parar de imediato!
Com postura de detective domingueiro, sou levada a pressentir a existência de algo errado nesta sequência.
Sou levada a assumir que levei toda a minha vida sem conferir ao mês de Agosto, o estatuto de 8º mês do ano. Agosto, é na realidade um mês como os outros e até é dos grandotes com os seus plenos e longos 31 dias.
Porque será que não lhe atribuia o estatuto de mais um mês produtivo, onde há tempo para se fazer um pouco de tudo?
Fazendo alusão ao calendário escolar/académico que até há uns anos me regulou:
. Nos tempos de escola: tinhamos garantidos 2 meses e meio de férias (Julho, Agosto e até dia 14 de Setembro no máximo, não podia começar depois do dia 15 porque isso não implicaria pagar a mensalidade completa; mantenho esta mesma teoria!).
. Nos tempos de faculdade: não eram garantidos mas fiz por garantir os 3 meses e meio de férias (Julho, Agosto, Setembro e cerca de metade do mês de Outubro).
Singelo, Agosto manteve-se ensanduichado e perdido por entre os primeiros tempos que se deseja aproveitar ao máximo e, os últimos que restam no mínimo aproveitar. Agosto, seria no fundo uma garantia por si só pouco ou nada valorizada.
Agora, sinto-o como um mês no qual poucos trabalham e muitos fingem trabalhar, onde os doentes recuperam milagrosamente, a situação económica não é mencionada e os escândalos deste país são ignorados ou abafados pelo próprio sistema que garante as ditas férias judiciais. Contudo, é muito mais fácil estacionar em Lisboa.
Apesar de me socorrer do calendário, perco-me um pouco nesta integração do mês que descobri pois momentaneamente parece-me que estamos cada vez mais perto do Natal!
É Agosto!!!
De retalho em retalho ...
2006-08-17
Cercada
O tempo e o tempo do tempo que não pára mas confere-me a sensação de que estou parada.
Parada, presa ...
Cercada por mais de mim e menos de nós.

Os nós que me prendem ...
O nós que desejo.
O desejo de libertação ...
Desejo a dois.
Dois, um dia ...
Dois, talvez um dia.
Dia - a - dia.
Nota: Fotografia tirada da varanda do meu quarto das férias.
De retalho em retalho ...
2006-08-16
2006-08-15
Restrinções na vizinhança
De retalho em retalho ...
Não lutas por mim?
2006-08-14
Contacto sintónico
No silêncio descompassado
Com suspiros que ecoavam ritmadamente
Quando me procuraste
Enquanto me controlava para não te procurar.
Num jogo de cores,
Longe da outrora sedução
Com menor ansiedade
E igual incerteza
Não pensei
Não quis sentir
Mas tacteei todo o universo do viver.
Camuflada por um desejo inclassificável
Moldado pelo longínquo tempo
Agarrei-me ao presente,
Apesar de teres feito referências ao passado.
Meti-me contigo
Meteste-te comigo
Tocámo-nos pelo passado,
Sem perder de vista a base sólida
Que um afastamento deveria conferir.
Proferimos as mesmas frases
Num mesmo tempo.
Recordo em particular uma deliciosa que ingenuamente disseste:
Se calhar houve coisas em mim que não reparaste
Recordo o meu ágil e directo comentário:
Se calhar não houve tempo para reparar em tudo
Recordo o nosso simultâneo comentário:
Bem respondido
Por entre palavras e expressões,
Os meus retalhos sombrios
Fruto da dor da rejeição
Absorveram um resquício de luminosidade
Dessa luz branca que te envolvia
Nessa doce e adorável nuvem
Que em tempos vi e senti.
De retalho em retalho ...
2006-08-13
13 de Agosto de 1973
Tudo o que sou não é mais do que abismo
Em que uma vaga luz
Com que sei que sou eu, e nisto cismo,
Obscura me conduz.
Um intervalo entre não-ser e ser
Feito de eu ter lugar
Como o pó, que se vê o vento erguer,
Vive de ele o mostrar.
Pouco provável
2006-08-12
Desesperança
Anoitecer - Parte II
Don't let the sun go down on me
2006-08-11
Anoitecer - Parte I
2006-08-10
Decomposição
2006-08-05
Humor negro
2006-08-03
Plac plac plic rrruuuum parapapapapa
. no prédio onde moro há obras
. hoje, excepcionalmente, houve obras em minha casa
Por mais que tente, não encontro nenhuma tonalidade melódica agradável nos martelos, nas betoneiras ou nos berbequins. Já nem falo nos estimulantes diálogos que tenho o previlégio de também ouvir por parte destes grandes produtores musicais.
2006-08-02
Nacionalismo
Oh menina,
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